domingo, 10 de junho de 2018
Retalho
Não é amargura, é liberdade. É o fim da covardia de se apegar a pessoas quebradas. É a coragem de deixar para trás aquele que te oprime.
terça-feira, 1 de maio de 2018
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Contra- Intuitivo.
Algumas vezes temos que explicar a alguém um fato ou circunstancia que parece obvio. Eu sempre que tenho que fazer isso me sinto irritado. Porém depois de pensar um pouco, decidi adotar uma estratégia diferente para convencer a pessoa e não apenas bater de frente com ela.
Para convencer alguém é necessário entender porque a pessoa pensa daquela forma. Muitas vezes é a intuição que leva al engano. Um exemplo comum e que tem voltados nos dias atuais: Videogames causam violencia. Está é uma ideia errada ,mas, apoiada na intuição humana. Para pessoa que desconhecem a mídia parece pertinente que se condicionar a praticar violencia, virtual aqui no caso, torna as pessoas mais violentas. Para ilustrar melhor o que estou dizendo vamos fazer um exercício de imaginação. Imagine que você se vê subitamente em um futuro onde qualquer pessoa seja capaz de comprar e usar um boneco que é muito similar a um humano, tem carne, sangue, e osso super realistas. E entre os infinitos usos para isso, algumas pessoas o usam para treinar artes marciais ou simplemente bater nele. Ainda é uma pessoa usando um objeto e fingindo algo, não é uma violencia de humanos contra humanos. Mas, diante dessa nova realidade você provavelmente vai se assustar ou sentir repulsa. Esse é o lugar onde as pessoas que não entendem a mídia do videogame se encontram.
Nenhum estudo de caráter longitudinal(ou seja que acompanha as pessoa no decorrer de meses ou mesmo anos) mostrou que videogames deixam as pessoas mais violentas ou mais sexistas. O que deixa completamente sem bases as ideias que colocam os videogames com sendo hiper-influentes nas formação das pessoas. Mas, está conclusões são contra-intuivas e por isso enfrentaram um resistencia maior. Tendo isso em mente, sinto que é melhor adotar estrategias que não busquem o conflito direto com as pessoas que dizem estas coisas e sim tentar apresentar a ela aos poucos os fatos que que provam a sua intuição como falha.
Para convencer alguém é necessário entender porque a pessoa pensa daquela forma. Muitas vezes é a intuição que leva al engano. Um exemplo comum e que tem voltados nos dias atuais: Videogames causam violencia. Está é uma ideia errada ,mas, apoiada na intuição humana. Para pessoa que desconhecem a mídia parece pertinente que se condicionar a praticar violencia, virtual aqui no caso, torna as pessoas mais violentas. Para ilustrar melhor o que estou dizendo vamos fazer um exercício de imaginação. Imagine que você se vê subitamente em um futuro onde qualquer pessoa seja capaz de comprar e usar um boneco que é muito similar a um humano, tem carne, sangue, e osso super realistas. E entre os infinitos usos para isso, algumas pessoas o usam para treinar artes marciais ou simplemente bater nele. Ainda é uma pessoa usando um objeto e fingindo algo, não é uma violencia de humanos contra humanos. Mas, diante dessa nova realidade você provavelmente vai se assustar ou sentir repulsa. Esse é o lugar onde as pessoas que não entendem a mídia do videogame se encontram.
Nenhum estudo de caráter longitudinal(ou seja que acompanha as pessoa no decorrer de meses ou mesmo anos) mostrou que videogames deixam as pessoas mais violentas ou mais sexistas. O que deixa completamente sem bases as ideias que colocam os videogames com sendo hiper-influentes nas formação das pessoas. Mas, está conclusões são contra-intuivas e por isso enfrentaram um resistencia maior. Tendo isso em mente, sinto que é melhor adotar estrategias que não busquem o conflito direto com as pessoas que dizem estas coisas e sim tentar apresentar a ela aos poucos os fatos que que provam a sua intuição como falha.
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Espaço Negativo
-Sabe, minha mãe conversa com plantas. Como se fossem bebezinhos, incentivando e elogiando para elas crescerem fortes e belas. Ela também conversa com gatos. Como se fossem adolescentes rebeldes, como todos os gatos meio que são, obrigando eles a obedecerem com um misto de amor e ameaça. Um dia que não esqueço foi uma vez que vi meu irmão com o capô do carro aberto e dizendo como um sussurro pra si mesmo"Papai vai comprar um óleo para você". Eu já fui assim, já inclusive dei nomes a bicicletas e videogames mas, deixei isso de lado por que tinha dificuldade de me desfazer de coisas que não funcionam mais. É engraçado (e meio triste, eu acho) o espaço negativo de algo que já foi uma parte sua.
domingo, 1 de abril de 2018
Ética
Quando se escreve sobre algo, e em certa medida quando se expressa uma opinião sobre algo é bom tomar cuidado para não assumir posturas que podem enganar o leitor/receptor. A hipocrisia é talvez o único pecado que todos os sistemas de ética condenam. A opinião que se expressar tem que estar subordinada aos mesmos conceitos e regras que ela tenta aplicar as outras coisas.
Por vezes, nós incorremos incongruencias do pensamento que não são necessariamente hipocrisia por que não são intencionais. Mas, é bom estar atento a isso também.
Pensando nisso, deixo aqui alguns guias sobre as coisas que eu escrevo para que fique claro como eu penso:
1: Sempre deixar claro ao escrever/falar sobre algo se eu recebi aquele jogo de presente ou se conheço alguém que esteve envolvido na produção.
2: Dizer sempre que eu reconheça, que o meu julgamento/analise de algo pode não estar sendo objetivo.
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pensamentos
sábado, 31 de março de 2018
Hum...
A figura maltrapilha e esfarrapada emparelha comigo na corrida e diz:
- Calma cara! Você tem que correr por prazer, não se esforça demais.
Dos meus pulmões falhos e cansados eu digo.
-Obrigado pelo incentivo mendigo aleatório.
Aumentando o passo ele respondeu:
-De nada bro, adoro ajudar a quem parece mais miserável do que eu.
- Calma cara! Você tem que correr por prazer, não se esforça demais.
Dos meus pulmões falhos e cansados eu digo.
-Obrigado pelo incentivo mendigo aleatório.
Aumentando o passo ele respondeu:
-De nada bro, adoro ajudar a quem parece mais miserável do que eu.
sábado, 17 de março de 2018
Corações Valentes.
Corações Valentes.
28 de junho de
1914. O assassinato do Arquiduque Francis Ferdinand põe em movimento o mais
perigoso evento já visto pela humanidade até então, A Grande Guerra. Valiant
Heart (Ubisoft, 2015,PC) tira o foco dos embates entre as grandes potencias e
acompanha algumas vidas pegas no meio do caos. A história do jogo, que é seu
ponto mais forte, acompanha principalmente cinco personagens: Emile, Freddie,
Karl, Anna e o cachorro Walt. Para não estragar nada sobre ela vou tentar manter
ao mínimo os detalhes. A capacidade dos escritores de misturar história real e
ficção no jogo faz com que seja um deleite ver como certas batalhas e táticas
foram imaginadas. Os temas tratados passam por: Nacionalismo, deserção,
vingança e outros mais. O enredo do jogo se concentra principalmente em Emile. Ele
é um pequeno agricultor francês que vive com sua filha, seu neto e seu genro
Karl. Porem Karl é alemão e como França e Alemanha estavam em lados opostos, Karl
foi obrigado a abandonar sua família e a se alistar. Semanas depois de Karl
deixar sua casa, Emilie é convocado para lutar. Daqui a história se desenrola.
![]() |
| Emile |
A música de
Valiant Heart é, para ser econômico, soberba. A trilha principal se chama Mémoires
de la Grande Guerre e é usada em diversas cenas emocionantes do jogo e ficou
comigo um bom tempo depois de ver o final da história. Apesar de se repetir,
ela não me pareceu cansativa. O repertorio também tem músicas clássicas. Existe
uma cena particular no jogo em que os personagens, em um carro dirigido por
Anna, estão tentando escapar de um bombardeio ao som de Hungarian Dance (Brahms)
e os ataques são sincronizados com a música. Tudo isso enquanto o jogador
pilota o carro. Uma maravilha.
A jogabilidade
de Valiant Hearts não impressiona muito. O jogo alterna puzzles com pequenas
sessões sthealth. É um jogo completamente linear, incentivando pouco o jogador
a retornar depois de terminado. Os personagens têm controles parecidos. Emile e
Anna tem mecânicas próprias sendo que Emile pode cavar túneis em áreas especificas
do jogo e Anna é capaz de curar os feridos em campo de combate. A coisa mais
interessante sobre esse aspecto do jogo é que ele deliberadamente se afasta da
resolução de problemas de forma violenta. Apenas nas sessões do jogo onde se
encarna Freddie é que se encontra algo similar a um jogo tradicional sobre
guerra (Onde se resolve os problemas explodindo seus inimigos). Talvez seja uma
forma de mostra como o personagem estava tomado pela sede de vingança. Mesmo quando
se está pilotando o carro, é tudo muito simples. O lado bom de uma jogabilidade
tão simples é que se pode indicar o jogo inclusive para pessoas que não estão
acostumadas a videogames. Apesar de ser uma escolha ousada de desenho de jogos,
as vezes ela esfria demais a história. Durante um bombardeio ou de um ataque
com gás letal, eu fui obrigado a resolver problemas de canos ou descobrir
senhas, que paralisa a ação e mata o senso de urgência.
O jogo tem em
seus menus uma enciclopédia sobre a primeira guerra mundial. Nela por exemplo
eu fiquei sabendo que certos ataques com gás venenoso podiam ser mitigados com
uma meia embebida em urina. Essa enciclopédia traz fatos, contexto e um valor
educacional ao jogo.
Valiant Hearts
é um ótimo jogo. Tem escolha ousadas em desenho de jogos (algumas não funcionam,
mas, é de se admirar essa ousadia) e a história é emocionante a música é deliciosa.
Ainda é um jogo sobre guerra, mas, anti-guerra. A perdas me pareceram tão
reais, e mesmo sabendo o tempo todo o quanto aquela história acabava mal, eu
ainda torci pelo bem dos personagens. É um belo jogo.
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